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Jornada Corpo & Ancestralidade

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JORNADA INTRODUTÓRIA DA TERAPÊUTICA CORPO E ANCESTRALIDADE ®

Uma terapêutica da qual insisto em dizer que não foi co-criada exclusivamente por mim, foram muitas mãos, muitas histórias, muitas vozes de mulheres da tradição que me auxiliaram a olhar humildemente para a história que carrego no meu corpo. Esse olhar sutil para mim mesma, fez com que diversas vezes me perguntasse: Onde mora a minha ancestralidade ?

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RETIRO CORPO E ANCESTRALIDADE ®

”Venho pedir primeiramente licença à ancestralidade para falar, nada do que for compartilhado aqui foi produzido exclusivamente por mim. Nós não inventamos a roda de saberes, apenas somos extensão para que essa ciranda não pare. Eu te pergunto: Onde vive a tua ancestralidade ?

É uma pergunta profunda, e que dá gatilho para repensar a nossa existência, pensar ancestralidade é pensar sobre a sua relação com a vida. A morada da ancestralidade é mais pra dentro do que pra fora. 

Poder caminhar se inspirando nas experiências ancestrais nos auxilia à recriar caminhos por estradas já trilhadas. Então posso dizer que Ancestralidade é repensar modelos para uma nova filosofia de vida.

Quando a gente para pra pensar sobre ancestralidade, indo mais profundamente, penso em ouvir todos os elementos que me constituem, sentimentos que me atravessam e que jamais vão me enganar, pois é nesse sentir que se faz presente a morada da nossa ancestralidade, que vive dentro de nós, desde a gestação.

Na filosofia antiga kemética o primeiro elemento que se direciona ao coração é capaz de transmutar toda informação externa que chega até a sua mente, e é à partir da formação desse primeiro elemento que se constitui o indivíduo.

Por isso que através do coração a gente acessa emoções possíveis para pensar sobre a vida, por que para além da morada da ancestralidade é a morada da nossa consciência. 

Pensar Kerméticamente é um exercício diário de ouvir a si mesmo, reaprender a ouvir a nossa ancestralidade através da medicina do coração. Quando eu falo de ancestralidade não necessariamente eu falo de espiritualidade. Mas se tratando de filosofia africana antiga, filosofar também é um exercício de prática espiritual, portanto são elementos que se constituem.

Ancestral é alguém que veio antes de nós, alguém que nos trouxe até aqui, alguém que faz parte da nossa jornada de vida, e é essa figura que nos impulsiona ao encontro das nossas potencialidades. 

Como a gente percebe a presença ancestral nesse corpo ? No contato com o coração. Por isso se pede licença pra entrar em solos ancestrais, ao menos deveríamos, e não invadir algo que não nos pertence. 

Então quando eu falo da Terapêutica Corpo e Ancestralidade eu me vejo andando para frente, olhando para trás pulsando a existência ancestral, que consequente pulsa na minha mente, e isso tudo é alimentado pelo meu coração que vai decodificando saberes antigos não pertencentes a mim, mas sim a morada ancestral.

Sentir nos torna potentes, qualquer que seja o momento que você vive, o sentir faz com que sejamos o que somos em essência. Sentir me faz existir, e quando eu me entrego ao mover que vem sob o comando do coração eu estou pensando e ouvindo a minha ancestralidade.

Todos nós temos ancestralidade, por que mesmo que as vezes a gente tenha dificuldade de ouvir essa morada que habita, nada nos impede de evoluir, avançar e se curar. Por isso que essa terapêutica trás justamente o termo corpo por que pra chegar nessa morada a gente precisa primeiro entender como esse corpo se movimenta, para depois acessar modelos tecnológicos dentro da pluralidade africana para pensar o ontem, o agora, o amanhã, visionando o futuro. O futuro nos convida a fazer um retorno, pra gente aprender a ouvir essa constituição de nós mesmos. 

Através da ferramenta corpo a gente pode sim encontrar os ensinamentos que existem dentro de nós, para compreender de onde a gente veio, quem nós somos e quem queremos ser. Esse exercício de filosofia de África antiga nos mostra que essa busca faz a gente chegar no equilíbrio e na nossa constituição matriz. Deixando claro que não somos melhores que os nossos ancestrais, que os valores, e todos os ensinamentos criados pelos nossos ancestrais mostram com muita clareza que tipo de ação a gente precisa tomar para construir um futuro melhor.

A Jornada Corpo e Ancestralidade é totalmente enveredada pela filosofia Kermética onde são utilizadas ferramentas que geram transformação coletiva, sem deixar de ouvir a ancestralidade guiada pela coletividade, onde todos avançam, todos crescem, sem deixar de pensar em humanidade. 

Falar de ancestralidade é falar sobre nós, e a ancestralidade nunca nos abandona. Ela está presente em todo lugar, na natureza, na filosofia, na história, na poesia, na música, na luta, na partilha, no movimento do seu caminhar. Então eu te pergunto, você tem ouvido a morada da sua ancestralidade ? Quando a gente para pra pensar em coisas simples da vida, a gente começa a dar vazão para essa ancestralidade. 

E Jornada vem para transformar o corpo num território de experimentações sensíveis para desenvolvermos uma inteligência que não se concentra apenas no cérebro.

Com a arte da Dança e a ciência Ancestral exaltamos o corpo como uma das únicas fronteiras que podemos explorar e desconstruir com o poder do movimento a decolonização de corpos e seus de moralismos seculares, criando assim novos campos de pesquisas, e reconstituindo fragmentos de memórias, identidades materiais e imateriais na latência da morada ancestral.”

(Texto Dri Reigado).

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